Osteopatia em Portugal

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A Osteopatia e o Envelhecimento da população

A Osteopatia tem vindo a tomar uma posição sólida em benefício da população portuguesa e com especial relevo para as camadas mais idosas, por ser uma terapia com melhores resultados em certos problemas de dores e movimento do ser humano.
Portugal, país com uma faixa etária bastante avançada neste momento, irá ter 80% de população envelhecida em 2050 ou seja daqui a 15 anos devido à taxa de natalidade ter vindo a diminuir desde 1990.
Segundo as previsões, em 2030, cerca de 60% do total dos portugueses vão ter mais de 40 anos de idade.
A especialista britânica em envelhecimento da população, Sarah Harper. Esta investigadora prevê que dentro de 15 anos haja uma grande quebra de população jovem em Portugal.  Segundo as  suas previsões, em 2030, cerca de 60% do total dos portugueses vão ter mais de 40 anos de idade.
(VIII Conferência da Indústria Farmacêutica organizada pelo Diário Económico e pela MSD sob o tema "Inovação e longevidade: os desafios colocados aos sistemas de saúde".).

Acresce a este índice demográfico o  facto da  Osteoartrose  afectar 3 milhões de portugueses causando um impacto muito negativo nas suas vidas.  Segundo o Estudo de Raquel Lucas  juntamente com Maria Teresa Monjardino “O Estado da Reumatologia em Portugaldemonstra o
nível de  impacto das  patologias osteomusculares  na sociedade portuguesa, em que  23 %  são patologias do mercado da Osteopatia. Assim:

  1. Osteoartrose joelho (AO) 3,8 %
  2. Osteoartrose da anca (OA) 1,3 %
  3. Raquialgias 8%
  4. Cervicalgias e lombalgias (CC/CL) 10%
  5. Artrite Reumatóide (AR) 3% 
  6. Espondilite Anquilosante (EA) 3%
  7. Fibromialgia (FM) 2 %

O Prof. Paul Emery, Presidente da Liga Europeia contra o Reumatismo -EULAR, afirmou que as doenças reumáticas e músculo-esqueléticas deveriam ser reconhecidas como um dos mais importantes desafios de saúde pública, devido à enorme sobrecarga que estas doenças acarretam para a vida das pessoas, para os sistemas sociais e de saúde e, consequentemente, para toda a economia,  uma vez que provocam um encargo económico superior a 240 biliões de euros por ano aos orçamentos dos Estados Membros da U.E

As conclusões do estudo  “O estado da reumatologia em Portugal” afirma:

  1. as doenças reumáticas são o principal motivo de dor e incapacidade;
  2. originam o maior número de consultas médicas;
  3. são mais avultado dispêndio terapêutico:
  4. lideram as causas de ausência esporádica ou definitiva ao trabalho;
  5. importa alterar a situação, de modo os doentes verem as suas doenças mais bem diagnosticadas e tratadas.

 

REUMA CENSUS 2011-2013
1º inquérito Nacional sobre as doenças Reumáticas em Portugal
As Doenças Reumáticas (DR) representam um importante problema médico, social e económico nos países desenvolvidos. Segundo o Programa Nacional Contra as Doenças Reumáticas (PNCDR), publicado em 2004 pela DGS, as DR são o primeiro motivo de consulta nos cuidados de saúde primários e são também a principal causa de incapacidade temporária para o trabalho e de reformas antecipadas por doença/invalidez.

Isto demonstra que irá aumentar custos públicos e privados, com influência profunda:

  1. Na política interna do país;
  2. No sector económico;
  3. No sector médico-sanitário;
  4. Num aumento de despesas de Saúde e da Segurança Social.
  5. Custos indirectos

 

A Intervenção da Osteopatia pode minimizar este impacto, de acordo  com vários estudos que demonstram evidência da eficácia com as manipulações osteopáticas nas dores das costas e de  outras articulações, não só de entidades oficiais de países dos estados europeus como de companhias de seguros  do Estados Unidos, que  demonstram uma redução de custos na utilização de  manipulações  osteopáticas, em determinadas patologias osteomusculares.
Pode  deduzir-se que o processo de degeneração osteomuscular dos portugueses tenderá a agravar-se, face  ao aumento da população  envelhecida,  onde  predomina  a crescente percentagem de doentes com problemas osteomusculares.

A Osteopatia restaura a normalidade do Todo Fisiológico, promove e restaura a saúde, portanto  são actos de saúde, que diferem do acto médico,  porqueeste procura curar a doença baseando-se nos efeitos patológicos e portanto utiliza os diversos mecanismos da medicina convencional.

A Osteopatia intervém na mobilidade das estruturas perturbadas,  reconhecida como Disfunção Somática (DS),   que impede as relações normais que qualquer estrutura tem à sua volta. Isto cria condições de uma fisiologia viciada ou seja, a existência de uma Disfunção Somática que  é o elemento de base e sobre o qual se apoia o diagnóstico e a terapia osteopática.

Assim poderá a   Osteopatia  ser uma importante terapia de futuro,  tendo em conta  a população  em geral e em particular as camadas mais envelhecidas,  mais  propensas  às  degenerações  osteoarticulares, constituindo assim,  uma mais-valia como resposta terapêutica eficaz e mais económica do que as terapias convencionais nestas patologias.
A Osteopatia é um fenómeno Sócio - Económico que oferece uma mais-valia na saúde dos portugueses, e um grande mercado de trabalho para as gerações presentes e  vindouras.